A proposta que inclui a misoginia na Lei do Racismo não será analisada nesta semana pela Câmara dos Deputados devido à falta de consenso entre os parlamentares.
A expectativa é que a discussão sobre a proposta seja retomada durante o próximo esforço concentrado da Câmara, programado para ocorrer entre 31 de agosto e 3 de setembro. Parlamentares favoráveis pressionam o presidente da Casa, Hugo Motta, para que o projeto seja pautado.
A resistência à proposta é liderada por integrantes das bancadas católica e evangélica, além de parlamentares do Centrão. Enquanto isso, o Ministério das Mulheres busca articular reuniões para aumentar o apoio ao texto.
A proposta já teve o regime de urgência aprovado, o que permite que seja analisada diretamente pelo plenário. A relatoria do projeto está a cargo da deputada Tabata Amaral.