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Defesa de Jair Bolsonaro pede ao STF que armas não sejam entregues ao Exército

Os advogados solicitam que o prazo de 90 dias para definição do destino das armas seja mantido. A Procuradoria-Geral da República já pediu a transferência ao Exército.

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que as dez armas apreendidas em julho não sejam incorporadas ao patrimônio do Exército.

Os advogados de Bolsonaro pediram que seja respeitado o prazo regulamentar de 90 dias para a definição sobre o destino das armas. Além disso, solicitaram que as armas não sejam destruídas nem doadas.

O pedido da defesa ocorre um dia após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar que o armamento fosse encaminhado ao Exército Brasileiro, sendo que a transferência depende de autorização do STF.

A Polícia Federal informou que não cabe à corporação decidir sobre a destinação definitiva das armas apreendidas, uma vez que a questão foi levada ao Supremo Tribunal Federal para análise de Moraes.

As armas foram apreendidas em um contexto de medidas judiciais contra Bolsonaro, que inclui a prorrogação de sua prisão domiciliar e a revogação de seu porte de arma. Entre os armamentos está uma pistola que pertenceu ao ex-presidente.

A defesa busca impedir a entrega das armas ao Exército antes do término do prazo estabelecido nas normas, com a decisão final sobre o destino do armamento a cargo do STF.

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