O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que reintegrou Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal.
Caiado expressou sua indignação em publicações nas redes sociais, afirmando que os ministros do Supremo "passaram de todos os limites" e chamou Dino de "imperador do Brasil". Ele também mencionou que a decisão "implodiu a segurança jurídica".
Durante uma agenda de campanha, o candidato reiterou suas críticas à atuação da Corte, alegando que o Estado Democrático de Direito estaria "ruindo completamente". Para ele, a crise institucional já afeta a vida dos brasileiros.
Caiado relacionou essa crise a problemas como corrupção e insegurança jurídica, destacando que as recentes decisões envolvendo os ministros do STF têm gerado um clima de instabilidade.
Além de criticar a decisão sobre a PF, Caiado também se posicionou contra Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), projetando um eventual segundo turno entre os dois. Ele acredita que ambos enfrentam alta rejeição e não conseguiriam promover a pacificação do país.
O candidato alertou que, se eleito, o Brasil não terá governabilidade e previu um cenário de "reação popular" em um ano, caso a situação atual persista.